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Por Lucy Mazera*

26/06/2017 - A desigualdade social e a pobreza constroem múltiplos níveis de desproteção social, há distâncias cada vez maiores entre a medicina, a tecnologia e a área social. O fato é que a doença e a experiência que ela representa transcendem a esfera médica e cumpre um papel em todos os lugares da vida social.

Em uma sociedade onde as pessoas são respeitadas pela aparência, pelo que vestem e pelos bens que adquirem e acumulam, aqueles que não têm acesso a estes bens não se encaixam nesta ordem, não fazem parte do mundo de pessoas normais.

A ausência ou a escassez no acesso a bens e serviços, e a carência na efetivação às políticas de Seguridade Social (assistência social, previdência social, saúde), com pessoa que vive com HIV/aids, transcendem a experiência da doença e se materializa na ruptura social, muitas vezes vivem em situação de precariedade econômica e social.

Quanto mais vulnerável a pessoa e a família mais cruéis são as dificuldades enfrentadas para minimizar essas mesmas dificuldades (econômicas, de acessibilidade a bens e serviços, à formação e ao emprego). Percebemos que a banalização da vida vem sendo gradativa; não é tão difícil constatá-la na simplicidade e mesmo na impotência que vivenciamos na sociedade diante do maltrato que circundam as questões da vida, dos direitos, da sobrevivência. Longe vamos ficando da afirmação de que todo o homem tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. (Declaração Direitos Humanos,1948, art. 3)

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A importância das Paradas do Orgulho LGBT

Domingo, 16 Julho 2017 14:43 Publicado em Noticias


Dimitri Sales*

Quando lésbicas, gays, bissexuais, travestis, mulheres transexuais, homens trans e heterossexuais saem de suas casas sem fantasias para unirem-se em um encontro anual, algo de extraordinário acontece. Não há máscaras, tampouco esconderijos. De cada canto da grande cidade, cujas noites guardam os riscos da violência e intolerância, partem diferentes pessoas, múltiplas expressões de gênero, infinitos desejos, almejando a visibilidade e a promoção de direitos.

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Com o apoio do UNAIDS e de jovens lideranças mundiais, jovens HIV positivos iniciaram uma parceria inovadora e sem precedentes para fortalecer a colaboração Sul-Sul entre as redes de jovens vivendo com o HIV da América Latina e o Caribe e da África.

Os jovens que vivem com o HIV em ambas as regiões organizaram-se por muito tempo em redes nacionais e regionais para defender o aumento do acesso aos serviços de HIV. Agora, através de uma nova iniciativa conjunta chamada 10 Questions Project (Projeto 10 Perguntas), eles avaliarão as capacidades organizacionais, de advocacy e de divulgação das redes de jovens vivendo com HIV em nível mundial, usando ferramentas de redes sociais, pesquisas on-line e entrevistas mais aprofundadas.

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Glória Maria recebe o certificado de Embaixadora de Boa Vontade de Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil

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Pessoas com HIV/aids que aderiram a tratamentos antirretrovirais em 2010 têm uma expectativa de vida de aproximadamente uma década maior do que aqueles que se submeteram ao mesmo tipo de terapia em 1996, segundo revelou um estudo publicado nesta quarta-feira (10) no periódico "The Lancet HIV".

Mais especificamente, a expectativa de vida para pacientes de 20 anos no início do tratamento é hoje 9 anos maior entre mulheres e 10 anos maior entre homens, na comparação com os resultados nos anos 90. Hoje, na Europa, jovens sob tratamento com antirretrovirais têm expectativa de vida de aproximadamente 70 anos.

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 Grupo de Apoio, Prevenção e Informação Soropositivo de Itu.

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